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Olhar Olímpico

REPORTAGEM

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Natação: Vivi é oitava nos 800m livre e Jhennifer avança a final inédita

Viviane Jungblut  - Federação Portuguesa de Natação
Viviane Jungblut Imagem: Federação Portuguesa de Natação
Demétrio Vecchioli

Demétrio Vecchioli, jornalista nascido em São Roque (SP), é graduado e pós-graduado pela Faculdade Cásper Líbero. Começou na Rádio Gazeta, foi repórter na Agência Estado e no Estadão. Dedicado à cobertura de esportes olímpicos, escreveu para o UOL, para a revista Istoé 2016, foi colunista da Rádio Estadão e, antes do Olhar Olímpico, manteve o blog Olimpílulas. Neste espaço, olha para os protagonistas e os palcos do esporte olímpico. No Olhar Olímpico têm destaque tanto os grandes atletas quanto as grandes histórias. O olhar também está sobre os agentes públicos e os dirigentes esportivos, fiscalizados com lupa. Se você tem críticas, elogios e principalmente sugestões de pautas, escreva para demetrio.prado@gmail.com

24/06/2022 15h17

Apesar de priorizar as águas abertas, modalidade antes chamada 'maratona aquática', Viviane Jungblut se tornou nesta sexta-feira (24) a primeira brasileira a participar de duas finais individuais de um Mundial de Natação. Ela, que já havia sido sétima colocada nos 1.500m livre, desta vez terminou em oitavo lugar nos 800m livre em Budapeste, na Hungria.

Vivi inicialmente não havia se classificado para esta final, terminando as eliminatórias em nono lugar, mas a australiana Lia Pallister testou positivo para a covid e teve que abrir mão da vaga. A brasileira acabou herdando uma raia na final, mas não repetiu o desempenho das eliminatórias. Fechou a prova em 8min37s04, sete segundos atrás da sétima colocada.

No penúltimo dia do Mundial, o Brasil também participou da final do revezamento 4x100m livre misto, prova que não faz parte do programa olímpico. Escalado com Gabriel Santos, Vinicius Assunção, Stephanie Balduccini e Giovanna Diamante, o Brasil ficou na sexta posição, com 3min24s78, novo recorde sul-americano.

Amanhã (25) o Brasil ainda nada as eliminatórias dos 400m medley feminino e dos revezamentos 4x100m medley masculino e feminino. Depois, na sessão noturna, participa pela primeira vez de uma final de Mundial no nado peito.

A responsável por alcançar este feito histórico é Jheniffer Conceição, que foi sexta colocada nas semifinais dos 50m peito, com 30s28, novo recorde sul-americano. A prova, vale lembrar, não é disputada no programa olímpico.

Também nesta sexta-feira, Lorrane Ferreira não chegou perto das melhores marcas da carreira e ficou em 15º lugar nas semifinais dos 50m livre. Guilherme Basseto também parou nas semifinais dos 50m costas, em 10º, com novo recorde pessoal: 24s85. De toda a delegação masculina, ele é só o segundo a fazer o seu melhor no Mundial.

O Brasil por enquanto tem duas medalhas no Mundial: bronze de Guilherme Costa nos 400m livre e prata de Nicholas Santos nos 50m borboleta, prova que não é olímpica. Amanhã, Costa, mais conhecido como Cachorrão, nada a final dos 1.500m livre com boa chance de medalha. Ele foi quarto nas eliminatórias. Depois ele compete nas provas de águas abertas do Mundial.