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Olhar Olímpico

REPORTAGEM

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Renan Dal Zotto sai da respiração artificial e deve ter alta amanhã

Renan Dal Zotto no duelo do Brasil contra o Canadá - FIVB/Divulgação
Renan Dal Zotto no duelo do Brasil contra o Canadá Imagem: FIVB/Divulgação
Demétrio Vecchioli

Demétrio Vecchioli, jornalista nascido em São Roque (SP), é graduado e pós-graduado pela Faculdade Cásper Líbero. Começou na Rádio Gazeta, foi repórter na Agência Estado e no Estadão. Dedicado à cobertura de esportes olímpicos, escreveu para o UOL, para a revista Istoé 2016, foi colunista da Rádio Estadão e, antes do Olhar Olímpico, manteve o blog Olimpílulas. Neste espaço, olha para os protagonistas e os palcos do esporte olímpico. No Olhar Olímpico têm destaque tanto os grandes atletas quanto as grandes histórias. O olhar também está sobre os agentes públicos e os dirigentes esportivos, fiscalizados com lupa. Se você tem críticas, elogios e principalmente sugestões de pautas, escreva para demetrio.prado@gmail.com

21/05/2021 15h27

O técnico da seleção brasileira masculina de vôlei, Renan Dal Zotto, deve ter alta amanhã (21) do Hospital Samaritano do Rio de Janeiro, mais de um mês depois de ser internado com covid. O treinador já havia deixado o CTI (Centro de Tratamento Intenso) no começo da semana e agora está internado em uma unidade semi-intensiva.

De acordo com o vice-presidente da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), Radamés Lattari, Renan deixou de precisar de respiração artificial ontem. O técnico havia sido submetido no dia 5 de maio a uma traqueostomia, que é a abertura de um orifício artificial no pescoço, por cirurgia, que liga a traqueia ao respirador mecânico.

Na nota mais recente sobre o estado de saúde do técnico, de quarta-feira, a CBV disse que "Renan está seguindo tudo que foi determinado nas partes de fisioterapia respiratória e motora e está apresentando excelente resposta ao tratamento". Em entrevista coletiva hoje, Radamés contou que tem visitado o amigo diariamente e, ontem, ele já caminhava melhor.

Há um mês, Renan também precisou ser submetido a cateterismo em uma veia e uma artéria da região pélvica, uma vez que os exames de rotina identificaram coágulos sanguíneos na região de dois catéteres.