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REPORTAGEM

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Campeã mundial de basquete, Ruth está em estado 'crítico' em UTI

Ruth, à direita, com a camisa do Brasil - Reprodução
Ruth, à direita, com a camisa do Brasil Imagem: Reprodução
Demétrio Vecchioli

Demétrio Vecchioli, jornalista nascido em São Roque (SP), é graduado e pós-graduado pela Faculdade Cásper Líbero. Começou na Rádio Gazeta, foi repórter na Agência Estado e no Estadão. Dedicado à cobertura de esportes olímpicos, escreveu para o UOL, para a revista Istoé 2016, foi colunista da Rádio Estadão e, antes do Olhar Olímpico, manteve o blog Olimpílulas. Neste espaço, olha para os protagonistas e os palcos do esporte olímpico. No Olhar Olímpico têm destaque tanto os grandes atletas quanto as grandes histórias. O olhar também está sobre os agentes públicos e os dirigentes esportivos, fiscalizados com lupa. Se você tem críticas, elogios e principalmente sugestões de pautas, escreva para demetrio.prado@gmail.com

31/03/2021 12h20

A campeã mundial de basquete Ruth de Souza, de 52 anos, está internada com 70% dos pulmões comprometidos e, de acordo com a família, seu estado de saúde é "crítico". No começo da semana, a família precisou negar boatos de que ela teria falecido.

"Minha tia Ruth está atualmente hospitalizada na UTI devido ao agravamento da Covid. Atualmente ela ainda está grave, porém de ontem (domingo) para hoje (segunda) houve uma melhora significativa. Peço que encarecidamente parem de especular. Acabaram de ligar avisando que ela veio a falecer. Por favor, gente, é mentira. Tenham compaixão, minha mãe meus tios estão desesperados com isso", postou uma sobrinha na segunda-feira (29) à noite.

Ontem (30), essa mesma sobrinha informou que Ruth está melhor, mas que seu quadro ainda é crítico. "Venho informar que acabo de saber sobre o quadro clínico da minha tia Ruth Roberta de Souza: ela está melhor, porém o pulmão está a quase 70% comprometido. Ainda não há necessidade de intubação, mas seu estado continua crítico", escreveu no Facebook.

Conhecida como Rutão, a pivô foi descoberta em Três Lagoas, no interior de Mato Grosso do Sul, e disputou os Jogos Pan-Americanos de Havana, a Olimpíada de Barcelona, e foi campeã mundial com a seleção brasileira em 1994. Ela depois voltou para Três Lagoas, onde é técnica da equipe de basquete da prefeitura.

Na segunda-feira (29) o Brasil perdeu outra grande jogadoras de basquete vítima da covid: Soraya Brandão, de 63 anos. Formada em São Roque, no interior de São Paulo, ela disputou o Mundial de 1983, em que o Brasil ficou na quinta colocação, foi bronze no Pan do mesmo ano e ouro no Sul-Americano de 1981.

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