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Brasil foge de Argentina, Espanha e EUA em sorteio do basquete olímpico

Alex Garcia orienta defesa da seleção brasileira de basquete - Divulgação/FIBA
Alex Garcia orienta defesa da seleção brasileira de basquete Imagem: Divulgação/FIBA
Demétrio Vecchioli

Demétrio Vecchioli, jornalista nascido em São Roque (SP), é graduado e pós-graduado pela Faculdade Cásper Líbero. Começou na Rádio Gazeta, foi repórter na Agência Estado e no Estadão. Dedicado à cobertura de esportes olímpicos, escreveu para o UOL, para a revista Istoé 2016, foi colunista da Rádio Estadão e, antes do Olhar Olímpico, manteve o blog Olimpílulas. Neste espaço, olha para os protagonistas e os palcos do esporte olímpico. No Olhar Olímpico têm destaque tanto os grandes atletas quanto as grandes histórias. O olhar também está sobre os agentes públicos e os dirigentes esportivos, fiscalizados com lupa. Se você tem críticas, elogios e principalmente sugestões de pautas, escreva para demetrio.prado@gmail.com

02/02/2021 12h23

Se conseguir se classificar para os Jogos Olímpicos de Tóquio, a seleção brasileira masculina de basquete terá um grupo equilibrado, mas acessível na primeira fase da competição. O vencedor do Pré-Olímpico de Split (Croácia), que o Brasil vai disputar, enfrentará Austrália, Nigéria e o vencedor do Pré-Olímpico de Belgrado (Sérvia), que será disputado, entre outros, por Sérvia e Itália.

Finalistas do Mundial de 2019, Argentina e Espanha caíram no mesmo Grupo C, que também tem o Japão (31º e penúltimo colocado daquele Mundial) e o vencedor do Pré-Olímpico de Kaunas (Lituânia), que terá como participantes a própria Lituânia, Coreia do Sul, Venezuela, Polônia, Eslovênia e Angola. Polônia e Lituânia partem como favoritos.

Já os Estados Unidos, que ainda não sabem se conseguirão jogar com um Dream Team (a temporada da NBA vai até muito perto da abertura da Olimpíada) caíram no grupo com a França, terceira colocada do último Mundial, e o Irã, representante da Ásia. A quarta vaga sairá do Pré-Olímpico de Victoria (Canadá) que, além dos donos da casa, terá China, Grécia, Uruguai, República Tcheca e Turquia.

O Brasil, por sua vez, poderá reencontrar a Nigéria, a quem venceu na despedida da Rio-2016, e a Austrália, a quem superou na estreia dos Jogos de Londres, em 2012. O Grupo C também vai contar com o vencedor do Pré-Olímpico de Belgrado, na Sérvia, que também terá República Dominicana, Nova Zelândia, Sérvia, Porto Rico, Itália e Senegal.

Para chegar à Olimpíada, o Brasil, que foi somente o 13º colocado do Mundial de 2019, terá que vencer o Pré-Olímpico de Split, a partir do dia 29 de junho. Na primeira fase, a equipe joga contra Croácia e Tunísia. Os dois primeiros passam e cruzam, em semifinais de jogos únicos, contra os dois primeiros da outra chave, que tem Alemanha, Rússia e México. Depois, os vencedores decidem a vaga olímpica.

Em Tóquio o basquete vai estrear um novo modelo de disputa, com três grupos de quatro equipes. Avançam para as oitavas de final os dois primeiros da cada chave, mais os dois melhores terceiros colocados. No feminino o Grupo A terá Coreia do Sul, Sérvia, Canadá e Espanha. O B, Nigéria, Japão, França e EUA. Já o Grupo C vai contar com Austrália, Porto Rico (que eliminou o Brasil), China e Bélgica.