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Arthur Nory não espera Olimpíada e passa por cirurgia no ombro

Arthur Nory apresenta uniforme para cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020 - Reprodução/Instagram
Arthur Nory apresenta uniforme para cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020 Imagem: Reprodução/Instagram
Demétrio Vecchioli

Demétrio Vecchioli, jornalista nascido em São Roque (SP), é graduado e pós-graduado pela Faculdade Cásper Líbero. Começou na Rádio Gazeta, foi repórter na Agência Estado e no Estadão. Dedicado à cobertura de esportes olímpicos, escreveu para o UOL, para a revista Istoé 2016, foi colunista da Rádio Estadão e, antes do Olhar Olímpico, manteve o blog Olimpílulas. Neste espaço, olha para os protagonistas e os palcos do esporte olímpico. No Olhar Olímpico têm destaque tanto os grandes atletas quanto as grandes histórias. O olhar também está sobre os agentes públicos e os dirigentes esportivos, fiscalizados com lupa. Se você tem críticas, elogios e principalmente sugestões de pautas, escreva para demetrio.prado@gmail.com

22/05/2020 15h27

Atual campeão mundial da barra fixa, Arthur Nory foi submetido a uma artroscopia no ombro esquerdo nesta sexta-feira (22), em São Paulo, no Hospital Albert Einstein. A expectativa antes o início da cirurgia era que o ginasta só voltasse a treinar daqui a um período entre quatro e seis meses, mas no procedimento os médicos observaram que o quadro era menos grave do que o esperado. Agora o retorno deve demorar menos.

Nory vinha sentindo dores no ombro esquerdo desde o ano passado, mas os médicos haviam optado por não operá-lo para que ele não perdesse a reta final de preparação para os Jogos Olímpicos de Tóquio, que seriam disputados em julho/agosto deste ano. Com o adiamento da cirurgia, os especialistas entenderam que o quadro clinico ficaria insustentável até a Olimpíada e que melhor seria, então, fazer a operação agora.

De acordo com a assessoria de imprensa da Confederação Brasileira de Ginástica (CBG), Nory antes havia realizado tratamento com terapia por ondas de choque, infiltração guiada por ultrassom, fisioterapia, repouso relativo e medicações, sem apresentar melhor significativa. Em novembro de 2017 ele já havia operado o ombro, mas o direito.

Nesta sexta ele foi operado pelos ortopedistas Breno Schor e Benno Ejnisman, que identificaram um quadro melhor do que haviam observado nas ressonâncias, sendo necessária somente uma reparação ligamentar. Agora a previsão é mais otimista do que só voltar a treinar daqui a quatro ou seis meses.