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Milton Neves

OPINIÃO

Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

MN: Ataque de risos: Messi, Neymar e Mbappé não levarão o PSG a lugar algum

Neymar, Mbappé e Messi, em jogo do PSG - PA Images/PA Images via Getty Images
Neymar, Mbappé e Messi, em jogo do PSG Imagem: PA Images/PA Images via Getty Images
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Milton Neves

Milton Neves é jornalista profissional diplomado, publicitário, empresário, apresentador esportivo de rádio e TV, pioneiro em site esportivo no Brasil, 1º âncora esportivo de mídia eletrônica do país, palestrante gratuito de Faculdades e Universidades, escrivão de polícia aposentado em classe especial, pecuarista, cafeicultor e é empresário também no ramo imobiliário.

25/11/2021 09h42

No início da temporada europeia, meio do ano aqui no Brasil, não se falava em outra coisa no mundo.

O planeta, principalmente os amantes do futebol, só projetavam como seria ver Messi, Neymar e Mbappé juntos no PSG.

"Melhor ataque da história", "farão pelo menos cinco gols por jogo", "vão sobrar até na Liga dos Campeões" e "coitadas das defesas" foram algumas das ilusões criadas por aí.

Mas, como diria o grande sábio Mauro Beting, na prática a teoria é outra!

Até agora não vimos sequer um jogo em que o famoso trio do PSG tenha correspondido às expectativas.

Às vezes Messi joga bem.

Às vezes Mbappé detona.

E raramente Neymar tem uma boa jornada.

Mas os três brilhando juntos no mesmo jogo ainda não vimos.

Como explicar?

Acontece, minha gente, que o futebol da vida real não é como no videogame.

Um time precisa se completar, e não necessariamente contar com os maiores craques do momento.

Por exemplo, basta lembrar do maior ataque do mundo, formado pelo Santos nos anos 1960.

Pelé dispensa comentários.

Pepe e Coutinho eram craques incríveis.

Já Mengálvio e Dorval tinham menos fama, mas possuíam as qualidades exatas para complementar este ataque que jamais será superado.

Ah, e vale lembrar que essa história de "melhor ataque do mundo" costuma dar um azar danado.

Não é mesmo, Mengão de Sávio, Romário e Edmundo, em 1995?

Bem, mas no fim das contas, com meia temporada disputada, até já me arrisco a dizer que este poderoso trio do PSG será conhecido pelas futuras gerações como... ATAQUE DE RISOS!

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL