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Gabriel Jesus foi o grande nome da classificação do City sobre o Real

Gabriel Jesus comemora gol do Manchester City contra o Real Madrid - Nick Potts / POOL / AFP
Gabriel Jesus comemora gol do Manchester City contra o Real Madrid Imagem: Nick Potts / POOL / AFP
Julio Gomes

Julio Gomes é jornalista esportivo desde que nasceu. Mas ganha para isso desde 1998, quando começou a carreira no UOL, onde foi editor de Esporte e trabalhou até 2003. Viveu por mais de 5 anos na Europa - a maior parte do tempo em Madrid, mas também em Londres, Paris e Lisboa. Neste período, estudou, foi correspondente da TV e Rádio Bandeirantes e comentarista do Canal+ espanhol, entre outras publicações europeias. Após a volta para a terrinha natal, foi editor-chefe de mídias digitais e comentarista da ESPN e também editor-chefe da BBC Brasil. Já cobriu cinco Copas do Mundo e, desde 2013, está de volta à primeira das casas.

07/08/2020 17h57

Ótimo no primeiro jogo, excelente no segundo. Gabriel Jesus foi o grande nome da classificação do Manchester City em cima do Real Madrid na Liga dos Campeões da Europa.

No Bernabéu, Gabriel foi um titular surpreendente. Guardiola deixou Aguero no banco, e o brasileiro fez sua partida mais relevante na carreira europeia.

Hoje, em Manchester, Gabriel "matou" Varane.

Roubou a bola que resultou no primeiro gol. E aproveitou a bobeada do zagueiro campeão do mundo para marcar o segundo.

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Foi mais um jogo "blasé" do City em mata-mata. Tinha a vantagem, saiu ganhando, mas sofreu o empate e precisou de boas intervenções de Ederson para evitar a virada.

Quando o jogo parecia estar ficando bom para o Real Madrid, Gabriel Jesus decidiu.

Quem está sentindo a falta de Aguero? Ninguém. A lesão do argentino serviu para firmar o brasileiro no time.

A Champions League 19/20 está sendo a formatura de Jesus, colocando-se pronto para uma carreira consistente na Europa.

O City segue firme para Lisboa e para tentar fazer o que nunca fez: ganhar a Europa.

O Real Madrid fez o que dava para fazer. Reconquistou o Espanhol. Mais que isso, seria demais.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL