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Djalminha

O que vai dar? Astronomia, futebol ou matemática?

Jogadores do Flamengo celebram gol contra o Junior Barranquilla, pela Libertadores - Alexandre Loureiro/Conmebol
Jogadores do Flamengo celebram gol contra o Junior Barranquilla, pela Libertadores Imagem: Alexandre Loureiro/Conmebol
Djalminha

Djalminha jogou no Flamengo, no Palmeiras e na seleção brasileira. Após deixar os campos, virou comentarista. Hoje, comenta futebol na ESPN Brasil e, agora, no UOL.

Colunista do UOL

26/10/2020 04h00

Saiu o sorteio das oitavas de final da Libertadores. Se o futebol fosse como a astronomia, uma ciência exata, diria que teremos outra final entre Flamengo e River Plate. Mas por quê?

Simplesmente porque na minha opinião são as duas equipes que são muito bem definidas no aspecto tático, jogam buscando a vitória todo o tempo e reúnem os melhores jogadores na questão técnica. Mas o futebol não é astronomia, e existem muitos outros aspectos que podem definir uma partida de futebol.

Pode ser um jogo na altitude, a pressão de uma torcida como a do Boca Juniors na Bombonera - que este ano não teremos -, o dia em que o goleiro defende a bola do jogo... Lembram aquela do Cássio com o Diego Souza? Ou aquele dia em que um jogador está iluminando, como Gabigol na última final de Libertadores

Portanto, como gosto de matemática, que alguns pensam que é uma ciência exata, mas não é, vai aqui o meu palpite para a final da Libertadores sem ficar em cima do muro: Flamengo x Palmeiras. Flamengo pela astronomia: o melhor time, chegará e ponto. Palmeiras pela probabilidade matemática: enfrentará adversários menos difíceis até a semifinal.

Por aquelas coisas do futebol, já está na hora de uma outra final brasileira na Libertadores. Observação: o palpite é sem o coração, tá?.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL.