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Diego Garcia

REPORTAGEM

Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis.

Banco pede, e Justiça suspende execução de R$ 3,4 milhões de Caio Ribeiro

Diego Garcia

Repórter desde 2010, passou por Folha de S. Paulo, ESPN, Terra e Placar. Ganhou dois prêmios Aceesp (2014 e 2016) e foi indicado aos prêmios Comunique-se (2019), República (2017, 2018 e 2021), Folha (2018 e 2019) e Fenacor (2020). Cobriu Copa do Mundo, Olimpíadas, Mundial de Clubes e outros grandes eventos. Contato: garciadiegosilva@gmail.com

Colunista do UOL

17/07/2021 04h00

Com Thiago Braga, colaboração para o UOL

O Bradesco pediu a suspensão de uma execução contra o ex-jogador Caio Ribeiro, hoje comentarista da Globo, por uma dívida de R$ 3,4 milhões. A Justiça acatou a solicitação, em decisão do juiz Eduardo Moeller publicada no fim de junho. A trégua vai durar 120 dias, prazo para que um acordo seja costurado. Caso contrário, o processo será retomado.

Antes de pedir pela suspensão da execução, o banco havia solicitado a penhora do imóvel objeto da discussão. Para isso, pediu a nomeação de um perito e a verificação de eventuais dívidas de IPTU e condomínio, se existissem. O Bradesco também fez pedido para que o processo fosse colocado em segredo de Justiça, o que foi rejeitado.

Em junho, a Justiça mandou Caio Ribeiro pagar uma dívida de R$ 3,4 milhões contraída junto ao Bradesco. De acordo com o banco, o valor foi adquirido por concessão de crédito feita em abril de 2018, no valor de R$ 3 milhões, com pagamento previsto para 360 meses (30 anos).

Porém, ainda segundo o banco, Caio Ribeiro enfrentou dificuldades financeiras no ano seguinte, fazendo a renegociação da dívida, mas permanecendo posteriormente sem condições de pagar as prestações, fato que gerou a execução na Justiça de São Paulo.

Em resposta, os advogados de Caio haviam solicitado que o juiz não bloqueasse o patrimônio do ex-jogador enquanto ele não apresentasse defesa à execução da dívida. Marcos Fontes, advogado de Caio, disse que não iria comentar o assunto. O Bradesco afirmou que não iria se manifestar, pelo sigilo bancário e pelo assunto estar sub judice.

Caio Ribeiro jogou profissionalmente por São Paulo, Santos, Flamengo, Fluminense, Grêmio, Botafogo, Inter de Milão, Napoli e Rot-Weiss Oberhausen. Também defendeu a seleção brasileira principal e de base. É comentarista da Globo desde 2007.