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Diego Garcia

ANÁLISE

Texto baseado no relato de acontecimentos, mas contextualizado a partir do conhecimento do jornalista sobre o tema; pode incluir interpretações do jornalista sobre os fatos.

Escorraçado do Barcelona, Suárez mostrou que ser feliz é o que importa

Suárez comemora gol marcado pelo Atlético de Madri sobre o Valladolid - Angel Martinez/Getty Images
Suárez comemora gol marcado pelo Atlético de Madri sobre o Valladolid Imagem: Angel Martinez/Getty Images
Diego Garcia

Repórter desde 2010, passou por Folha de S. Paulo, ESPN, Terra e Placar. Ganhou dois prêmios Aceesp (2014 e 2016) e foi indicado aos prêmios Comunique-se (2019), República (2017, 2018 e 2021), Folha (2018 e 2019) e Fenacor (2020). Cobriu Copa do Mundo, Olimpíadas, Mundial de Clubes e outros grandes eventos. Contato: garciadiegosilva@gmail.com

Colunista do UOL

22/05/2021 15h09

Oito meses depois de deixar o Barcelona e acertar com o Atlético de Madrid, Luis Suárez deixou o tempo mostrar que ser feliz é o que importa.

Dispensado como um qualquer de um clube onde venceu tudo, Suárez quebrou neste sábado um jejum de sete anos do Atleti sem títulos de La Liga.

De quebra, foi eleito o melhor em campo na partida mais importante da temporada, a vitória de virada por 2 a 1 contra o Valladolid que confirmou a taça.

E foi dele, Suárez, o gol do título do clube que o ajudou a encontrar a felicidade, segundo o próprio afirmou em algumas entrevistas.

É disso que se trata. Milhares de torcedores colchoneros que viajaram a Valladolid neste sábado para acompanhar a equipe, mesmo do lado de fora, podem dizer o mesmo.

Mesmo em um time não tão gigante, e sem o segundo maior jogador da história do lado, seu amigo Messi, Suárez fez 21 gols no torneio. Foi protagonista da conquista.

O Barcelona fez péssima temporada passada. Resolveram culpar Suárez, a quem chamaram de "má influência". Era "apenas" o terceiro maior goleador da história do clube.

Sem o uruguaio, o Barcelona repetiu o fiasco da última temporada. E assistiu do sofá a volta por cima de Suárez. O tempo, como sempre, se encarregou de tudo.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL