Danilo Lavieri

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Leila ironiza ao ser cobrada por patrocínio do Corinthians: 'Hoje é zero'

Na última segunda-feira, Leila Pereira discursou e respondeu a perguntas na reunião do Conselho Deliberativo do Palmeiras. Ela foi cobrada sobre a possibilidade de comprar o Vasco e negou o interesse, assim como já havia feito seu marido José Roberto Lamacchia.

Como já mostrou essa coluna, o fato de ela ter sido cobrada até por aliados sobre essa possibilidade meses antes de concorrer à reeleição no Alviverde pesou na desistência. Na reunião, ela citou o tema.

"Eu não estou comprando o Vasco e nenhum outro clube. Quero continuar com a confiança da grande maioria do Conselho para a minha candidatura à reeleição no fim do ano", afirmou.

Posteriormente, ela foi questionada sobre a possibilidade de a Crefisa ajudar o Vasco de outra forma, como chegou a anunciar Lamacchia durante a candidatura de Pedrinho à presidência da equipe de São Januário. Ela disse que não veria problema nessa parceria.

"Uma coisa é a Leila e outra coisa é a Crefisa. Estou afastada da empresa, hoje quem cuida é meu marido. A Crefisa até poderia patrocinar outra equipe, mas não acho que é o caso. Mas não teria problema nenhum", explicou. "Meu marido é um grande amigo do Pedrinho e se ele fizesse não teria problema nenhum", completou.

Na sequência de reunião, Leila anunciou o pré-acordo com a WTorre e ainda disse que está organizando uma concorrência para entender quanto vale a camisa do Palmeiras, uma vez que o contrato de patrocínio da Crefisa acaba em dezembro. Pouco depois, ela foi cobrada por causa do valor recebido do Corinthians.

No discurso, o conselheiro afirmou que, apesar do escândalo policial, ficou provado que o Corinthians tinha um contrato melhor e disse ter o documento em mãos para oferecer a Leila Pereira, cobrando a presidente sobre a promessa de aumentar o valor do Palmeiras caso o documento fosse exibido.

A cartola se incomodou bastante com as cobranças e debochou do questionamento. "Hoje o patrocínio é zero. Quer que eu iguale?"

A presidente ainda voltou a ser cobrada por alguns opositores pela falta de transparência e pela falta de respostas em alguns questionamentos sobre o contrato entre Palmeiras e Crefisa.

Reportagem

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