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Andrés Sanchez - Um Çabido chamado Juca

LUIS MOURA/WPP/ESTADÃO CONTEÚDO
Imagem: LUIS MOURA/WPP/ESTADÃO CONTEÚDO
Andrés Sanchez

Andrés Sanchez

Presidente do Corinthians

26/08/2020 15h14

Em relação ao artigo "O Çábio Andrés Sanchez" de autoria de Juca Kfouri, solicito a seguinte contestação:

Sabe Juca Kifuro, que Você fale mal de mim eu já nem me incomodo, sei que faz parte de sua necessidade vital para manter o salário, e outra vez seu artigo me atinge com um veneno pessoal que supera seu papel de crítico esportivo.

Perplexo fui logo saber algo mais sobre sua vida na Wikipédia, temeroso que fosse alguma doença o que lhe faz acumular tanto rancor, comprovei que ainda lhe restam muitos anos de maldade, só pode ser uma doença invisível, um conhecido comum me disse "ele tem problema na cabeça!", logo Você, tão egocêntrico, a ponto de se auto-considerar um grande cabeça.

Esse mencionado texto sobre mim, é próprio de uma pessoa preconceituosa, convencida de ser superior, excludente e supremacista por seus supostos conhecimentos intelectuais, como chamamos em meu círculo de "ignorantes", Vocé é um Çabido, um autêntico Jênio, um sabe-tudo, pena que seja para o mal.

Você também destaca por cuspir no prato que come, como exemplo ao tratar de Paulistinha o Campeonato Paulista, quando boa parte de seu sustento e ganha-pão se deve a tal evento anual.

E em seu maldoso comentário sobre conflitos entre povos, me vem à memória um amigo meu judeu, descendente de um pequeno país europeu que de forma muito emotiva me explicava parte da admirável história de sua família "meus avos e meus pais desde pequenos recebiam ensinamentos para evitar sotaques e tentavam aprender três idiomas de forma impecável, como escudo para emigrar sem que sua forma de expressar delatasse sua condição de refugiados a perseguir".

Visto como procede sobre mim, tenho certeza que seria delator dos erros fonéticos ou confusões gramaticais até de seus próprios antepassados libaneses.

Também observei, pelo horário, que escreveu esse lamentável panfleto rancoroso, pouco depois da meia-noite do dia 3, algumas horas depois da decisiva vitória corinthiana sobre o Mirassol, provavelmente isso explica tanto ódio, com certeza no seu peculiar corinthianismo, não é aceitável a façanha de, por quarta vez consecutiva, disputar a final do histórico Campeonato Paulista.

Não tem jeito, no seu figurado síndrome de escorpião, sempre disposto á sua picada mortal mesmo sabendo que também causará sua própria morte, por isso não pode evitar cuspir também sobre os assuntos dos livros que escreveu, e que muito lhe deram de comer, quase todos eles com temática corinthiana com histórias como a dessa noite de vitória e emoção que pelo visto tanta raiva lhe transmitiu.

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