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Calouro sensação do Pelicans estreia nesta quinta-feira na NBA

zion - EZRA SHAW / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / AFP
zion Imagem: EZRA SHAW / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / AFP
Fábio Balassiano

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14/01/2020 05h10

Chegou a hora para Zion Williamson, o número 1 do Draft de 2019. Escolhido pelo New Orleans Pelicans na abertura da última seleção dos novatos, o ala-pivô, tido como uma das sensações do basquete mundial, logo foi submetido a uma cirurgia no joelho, perdeu os 40 primeiros jogos da temporada, mas agora já tem dia para estrear. Será na quinta-feira, em casa, contra o Utah Jazz (23h de Brasília - sem transmissão pela TV).

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Aos 19 anos e com 1,98m, Zion é a grande esperança de mudança de rumos na franquia Pelicans, que começou muito mal o campeonato (6-22), mas agora tem melhorado e já tem a campanha de 14-26 (são, obviamente, 8 vitórias e 4 derrotas nos 12 jogos mais recentes). Resta saber como ele irá "conjugar" um jogo absurdamente físico que deu certo contra universitários com menos força que ele contra atletas profissionais que não terão tanto medo assim do embate no corpo a corpo.

Zion Williamson é uma força da natureza, alguém com potencial físico descomunal e que passou 99% da temporada chutando todos os adversários que passaram na sua frente e enterrando bolas de todas as maneiras. Partindo em direção a cesta ele já é uma ameaça de outro mundo para a temporada 2019/2020 da NBA. Neste ponto não há muita dúvida. Os críticos, e eu concordo em grande parte com isso, dizem que ele tem tudo pra ir bem na NBA, mas seu impacto terá que ser medido não pelas socadas furiosas, mas pela adaptação que ele conseguirá fazer em seu jogo, trazendo mais arremessos de média e longa distância, algo pouco visto até aqui.

Nascido em Salisbury, Carolina do Norte, Zion, cujo nome é uma referência ao Monte Zion, em Jerusalém, começou primeiro no futebol americano mas logo foi levado ao basquete por seu padrasto. Grande influência do camisa 1 de Duke, Lee Anderson jogou na faculdade de Clemson e desde os 11 anos passou a ensinar fundamentos e treinar o seu enteado nos arredores de Florence, cidade da Carolina do Sul onde passou a morar desde os cinco anos de idade.

A hora de Zion no basquete profissional chegou.

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