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Ideia no DF: Ibaneis lidera com 29,1%; agora elegível, Arruda tem 22,2%

Ibaneis Rocha e José Roberto Arruda - Paulo H. Carvalho/Agência Brasília e Divulgação
Ibaneis Rocha e José Roberto Arruda Imagem: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília e Divulgação

Do UOL, em São Paulo

18/07/2022 17h38Atualizada em 19/07/2022 09h57


Pesquisa do Instituto Ideia, contratada pelo site Metrópoles e divulgada hoje, aponta o atual governador do Distrito Federal Ibaneis Rocha (MDB) à frente para a reeleição ao governo, com 29,1% das intenções de voto. Incluído no levantamento pela primeira vez após suspensão de condenações, o ex-governador José Roberto Arruda (PL) aparece em segundo lugar, com 22,2%.

Ainda no cenário estimulado - quando são apresentados nomes de candidatos aos eleitores - o senador José Antônio Reguffe (União Brasil) aparece em terceiro lugar, com 12,6%. A senadora Leila do Vôlei (PDT) tem 6,8% e empata com o colega de Senado na margem de erro, que é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Com a pedetista ficam empatados tecnicamente Izalci Lucas (PSDB), com 5%, Rafael Parente (PSB), com 4,6%, Leandro Grass (PV), com 3%, e Keka Bagno (Psol), que tem 0,9% das intenções de voto. Estes não alcançam, entretanto, Reguffe.

Não alcançam os quatro primeiros, mas empatam com os demais, Winston Lima (PRTB), Lucas Salles (DC) e Robson da Silva (PSTU), com 0,3% cada, e João Vicente Goulart (PCdoB), com 0,1%.

A pesquisa deste mês não é comparável com o levantamento de junho, pois a lista de nomes de pré-candidatos exibida aos entrevistados mudou. Agora, foram incluídos o ex-governador José Roberto Arruda (PL) e Winston Lima (PRTB). Em junho, Ibaneis tinha 34,5%; Reguffe, 14,8%.

A pesquisa não incluiu levantamentos sobre intenções de voto para um possível segundo turno.

O levantamento foi feito com 1.200 entrevistas por telefone no Distrito Federal entre os dias 13 e 17 de julho, com custo de R$ 23.820,00. O nível de confiança é de 95%, e o número de registro no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é DF-02959/2022.

Veja os cenários testados pela pesquisa:

Estimulado

  • Ibaneis Rocha (MDB): 29,1%
  • José Roberto Arruda (PL): 22,2%
  • Reguffe (União Brasil): 12,6%
  • Leila do Vôlei (PDT): 6,8%
  • Izalci Lucas (PSDB): 5%
  • Rafael Parente (PSB): 4,6%
  • Leandro Grass (PV): 3%
  • Keka Bagno (PSOL): 0,9%
  • Winston Lima (PRTB): 0,3%
  • Lucas Salles (DC): 0,3%
  • Robson da Silva (PSTU): 0,3%
  • João V. Goulart (PCdoB): 0,1%
  • Não sabe: 10%
  • Branco/Nulo: 4,8%

Espontâneo

No levantamento espontâneo, quando os eleitores podem apontar qualquer nome de sua preferência, Ibaneis também lidera, com 21,3%, e uma vantagem ampla sobre os demais. Em seguida, estão Arruda, com 3,7%; Reguffe, com 3%; Parente, com 2,5% e Leila, com 2%.

  • Ibaneis Rocha (MDB): 21,3%
  • José Roberto Arruda (PL): 3,7%
  • Reguffe (União Brasil): 3%
  • Rafael Parente (PSB): 2,5%
  • Leila do Vôlei (PDT): 2%
  • Izalci Lucas (PSDB): 1,1%
  • Leandro Grass (PV): 0,5%
  • Keka Bagno (PSOL): 0,5%
  • Rosilene Corrêa (PT): 0,2%
  • Winston Lima (PRTB): 0,2%
  • Outro: 0,4%
  • Não sabe: 53,8%
  • Branco/Nulo: 11%

Apoios de Lula e Bolsonaro

A pesquisa Ideia também verificou o poder que os apoios de Lula e Bolsonaro têm em relação aos votos nos candidatos. O levantamento mostrou que 45% dos eleitores votariam em alguém apoiado pelo atual presidente, enquanto 30,5% não escolheriam o governador por este motivo. Outros 24,5% não souberam responder.

Já o petista teria influência sobre 38,1% dos eleitores, e 44% não votariam em indicados por Lula. Além disso, 17,9% não sabem se escolheriam alguém apoiado pelo ex-presidente.

No DF, o candidato da federação formada por PT, PV e PCdoB é Leandro Grass (PV), que aparece com 3% dos votos. Já Bolsonaro ainda não definiu o apoio para o governo local.

Sobre o Instituto Ideia

O Instituto Ideia, antigo Ideia Big Data, foi fundado em 2011 e até 2018 realizava pesquisas eleitorais para divulgação exclusiva para seus clientes. Segundo o próprio Ideia, os métodos utilizados para os levantamentos variam. O Ideia se diz "agnóstico em termos de metodologia" e faz levantamentos eleitorais usando qualquer método.