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Cara nova e motor inédito: novos Sandero e Logan chegam ao país em 2022

Do UOL, em São Paulo (SP)

30/09/2020 15h07

Resumo da notícia

  • Nova gama de compactos usa plataforma de Clio europeu
  • Base servirá a 7 modelos da aliança Renault-Nissan no Brasil
  • Sandero, Logan e Stepway devem ser lançados por aqui em 2022

Depois de revelar as primeiras imagens dos novos Sandero, Stepway e Logan, a Dacia mostrou sua linha de compactos por completo.

Além das linhas mais refinadas (bem diferente dos primeiros modelos que chegaram ao país em 2009), eles trazem uma plataforma inédita e mais tecnologias. Tudo isso sem deixar de lado a proposta de serem opções acessíveis no mercado europeu.

Por aqui, eles devem desembarcar em 2022 com pequenas mudanças no design. A mais óbvia delas será a troca da grade frontal por uma peça de desenho exclusivo - e com o logotipo da Renault no centro.

Nova base

Novo Sandero 1 - Divulgação - Divulgação
Nova geração do hatch usa plataforma simplificada do Clio europeu
Imagem: Divulgação

Os carros são feitos sobre uma versão simplificada da plataforma CMF-B, que é a mesma do novo Clio.

Será justamente esta base a utilizada pela aliança Renault-Nissan em seus futuros produtos no Brasil.

A própria empresa detalhou seus planos em maio deste ano, quando anunciou que a plataforma CMF-B seria aproveitada em 7 modelos da aliança no país.

Embora não tenha revelado quais, as apostas recaem sobre as novas gerações dos Renault Sandero, Logan, Duster e Captur e dos Nissan March, Versa e Kicks.

Estaria fora dessa conta o SUV subcompacto Magnite, que é apontado por muitos como possível sucessor do March. Isso porque o carro aproveita a plataforma CMF A+, uma versão alongada da base do Renault Kwid.

Novo motor?

Sandero 2 - Divulgação - Divulgação
Motor 1.0 turbo pode ser boa opção para o Brasil
Imagem: Divulgação

A grande novidade nas motorizações é o 0.9 turbo de três cilindros capaz de entregar 90 cv.

Além dele, ainda há o 1.0 SCe aspirado de três cilindros, que rende 65 cv, e o 1.0 turbo TCe de 100 cv, que pode rodar com gasolina ou GLP (gás liquefeito de petróleo). Neste último, existe a opção de transmissão CVT.

Não há confirmação da vinda do novo motor 0.9 ao mercado brasileiro. A escolha deve recair sobre o 1.0 turbo, que receberia todas as modificações necessárias para rodar com etanol. Assim, o 1.6 16V SCe de até 118 cv poderia ser aposentado.