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Independente Tricolor abre desfiles em SP com punição por problema em carro

Independente Tricolor tem problemas nos primeiros carros alegóricos - Ricardo Matsukawa/UOL
Independente Tricolor tem problemas nos primeiros carros alegóricos
Imagem: Ricardo Matsukawa/UOL

Do UOL, em São Paulo

09/02/2018 23h47

A Independente Tricolor abriu a primeira noite de desfiles do Carnaval paulistano estreando no grupo especial, mas enfrentou problemas logo na primeira seção do desfile. O carro da comissão de frente da escola, representando um castelo de horrores, quebrou e teve que ser rebocado na avenida.

Os eixos esquerdo e direito quebraram e os condutores que ficam escondidos sob a estrutura da alegoria tiveram que empurrá-la literalmente no braço, com o auxílio de uma pequena empilhadeira.

Integrantes da Independente Tricolor tentam empurrar carro alegórico - Simon Plestenjak/UOL - Simon Plestenjak/UOL
Integrantes da Independente Tricolor tentam empurrar carro da comissão de frente
Imagem: Simon Plestenjak/UOL

Segundo informações da Liga SP, a escola deve ser punida pelo uso do equipamento em 1,2 ponto, pois o regulamento prevê desconto pelo uso de equipamento estranho ao desfile. A alegoria não é propriamente um carro alegórico, mas um elemento da comissão de frente.

A quebra do carro provocou momentos de tensão entre os integrantes da escola, mas não causou grande prejuízo para a harmonia e a evolução.  Os bailarinos da comissão seguiram normalmente com a coreografia e a agremiação foi em frente com seu desfile de inspiração cinematográfica. No entanto, o incidente ainda pode afetar também as notas de alegorias da Independente.

Anderson Rodrigues, carnavalesco e coreógrafo da comissão de frente, elogiou a postura dos integrantes. "Eles não perderam o pique, continuaram fazendo a coreografia, a gente passou no tempo, não correu. Então, eu acredito que tudo vai dar certo e vamos conseguir ficar no grupo especial".

O enredo "Em cartaz: luz, câmera e terror... Uma produção independente!" encenou um grande apocalipse zumbi na avenida, com direito a mortos-vivos tomando o Masp (Museu de Arte de São Paulo) e homenagem ao Zé do Caixão.

À frente da bateria, a musa Sheila Mello reinou como uma demônia sensual.