26/07/2002
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16h07
da Folha Online, em Brasília
O ministro Pedro Malan (Fazenda) divulgou nota oficial na tarde desta sexta-feira na qual nega que tenha criticado a redução da taxa de juros no país.
Reportagem da Folha de S.Paulo de hoje afirma que Malan teria julgado equivocada a diminuição dos juros, de 0,5 ponto percentual, adotada na última no último dia 17, e ficado contrariado com a decisão, manifestando sua posição ao presidente Fernando Henrique Cardoso.
''Uma das formas mais rudimentares de desonestidade intelectual, de falta de ética no debate público e de falta de caráter consiste na atribuição a alguém de palavras que esta pessoa não proferiu, de idéias que nunca expressou, de textos que nunca escreveu e de ações que nunca empreendeu. A notícia publicada hoje no jornal Folha de S.Paulo enquadra-se nesta categoria. Pior ainda: é absolutamente inverídica em todas as suas ilações, insinuações, suposições baseadas em apurações mediúnicas e pretensas informações ao leitor, que deveria merecer respeito", afirmou o ministro na nota.
Malan nega que teria criticado redução da taxa de juros
RICARDO MIGNONEda Folha Online, em Brasília
O ministro Pedro Malan (Fazenda) divulgou nota oficial na tarde desta sexta-feira na qual nega que tenha criticado a redução da taxa de juros no país.
Reportagem da Folha de S.Paulo de hoje afirma que Malan teria julgado equivocada a diminuição dos juros, de 0,5 ponto percentual, adotada na última no último dia 17, e ficado contrariado com a decisão, manifestando sua posição ao presidente Fernando Henrique Cardoso.
''Uma das formas mais rudimentares de desonestidade intelectual, de falta de ética no debate público e de falta de caráter consiste na atribuição a alguém de palavras que esta pessoa não proferiu, de idéias que nunca expressou, de textos que nunca escreveu e de ações que nunca empreendeu. A notícia publicada hoje no jornal Folha de S.Paulo enquadra-se nesta categoria. Pior ainda: é absolutamente inverídica em todas as suas ilações, insinuações, suposições baseadas em apurações mediúnicas e pretensas informações ao leitor, que deveria merecer respeito", afirmou o ministro na nota.

