13/02/2002
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12h36
da Folha Online, em Brasília
Os reservatórios de hidrelétricas das regiões Sudeste e Centro-Oeste ultrapassaram ontem o nível mínimo calculado pelo ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) como ideal para que o racionamento de eletricidade possa ser abandonado.
As represas dessas regiões contam com 53,31% da sua capacidade, 0,45 ponto percentual acima da curva guia que indica não haver mais necessidade de redução do consumo da população para este ano. No começo de 2002, as usinas estavam com 32,3% da capacidade.
Segundo dados do ONS, no Nordeste, as chuvas na cabeceira do São Francisco fizeram com que a água nos reservatórios passasse de 14,15%, no início do ano, para 45,1% ontem. Para que possa haver o fim do racionamento nesta região, é preciso que o nível dos reservatórios ali fique próximo de 48%.
A economia de energia continua acima das metas de verão em todas as regiões. No Sudeste/Centro-Oeste, a economia ficou 6,7% acima dos índices e no Nordeste, 7,26% além deles.
Está previsto para o próximo dia 19 o anúncio do presidente Fernando Henrique Cardoso sobre o fim do racionamento nessas três regiões. A expectativa é que se o nível dos reservatórios continuar aumentando no ritmo atual, o racionamento pode ser suspenso já no dia 20. Caso contrário, ele acabará até o dia 1º de março.
Indicação
Neste fim de semana, porém, o coordenador da GCE (Câmara de Gestão da Crise de Energia), ministro Pedro Parente, disse em Londres que o governo jamais deixaria a população sob racionamento sem necessidade.
Parente realiza na Europa um "road show'' entre Londres (Reino Unido), Lisboa (Portugal), Madri (Espanha) e Paris (França) para informar os investidores sobre as propostas de reestruturação do setor energético brasileiro.
O ministro de Minas e Energia, José Jorge, está nos EUA.
Leia mais no especial sobre Crise Energética
Reservatórios do Sudeste já permitem o fim do racionamento
EDUARDO CUCOLOda Folha Online, em Brasília
Os reservatórios de hidrelétricas das regiões Sudeste e Centro-Oeste ultrapassaram ontem o nível mínimo calculado pelo ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) como ideal para que o racionamento de eletricidade possa ser abandonado.
As represas dessas regiões contam com 53,31% da sua capacidade, 0,45 ponto percentual acima da curva guia que indica não haver mais necessidade de redução do consumo da população para este ano. No começo de 2002, as usinas estavam com 32,3% da capacidade.
Segundo dados do ONS, no Nordeste, as chuvas na cabeceira do São Francisco fizeram com que a água nos reservatórios passasse de 14,15%, no início do ano, para 45,1% ontem. Para que possa haver o fim do racionamento nesta região, é preciso que o nível dos reservatórios ali fique próximo de 48%.
A economia de energia continua acima das metas de verão em todas as regiões. No Sudeste/Centro-Oeste, a economia ficou 6,7% acima dos índices e no Nordeste, 7,26% além deles.
Está previsto para o próximo dia 19 o anúncio do presidente Fernando Henrique Cardoso sobre o fim do racionamento nessas três regiões. A expectativa é que se o nível dos reservatórios continuar aumentando no ritmo atual, o racionamento pode ser suspenso já no dia 20. Caso contrário, ele acabará até o dia 1º de março.
Indicação
Neste fim de semana, porém, o coordenador da GCE (Câmara de Gestão da Crise de Energia), ministro Pedro Parente, disse em Londres que o governo jamais deixaria a população sob racionamento sem necessidade.
Parente realiza na Europa um "road show'' entre Londres (Reino Unido), Lisboa (Portugal), Madri (Espanha) e Paris (França) para informar os investidores sobre as propostas de reestruturação do setor energético brasileiro.
O ministro de Minas e Energia, José Jorge, está nos EUA.
Leia mais no especial sobre Crise Energética

