03/12/2001
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13h51
O salário mínimo nacional deveria ser de R$ 1.091,04, segundo o Dieese. O valor _correspondente a 6,1 vezes o mínimo vigente de R$ 180 foi estipulado com base no custo da cesta básica mais cara do país. O Dieese também leva em consideração no cálculo o preceito constitucional que determina que o salário mínimo deveria ser suficiente para a manutenção de uma família de quatro pessoas.
O parágrafo 4º do artigo 7º da Constituição diz que é direito do trabalhador o salário mínimo nacionalmente unificado, "capaz de atender a suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social, com reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo, sendo vedada sua vinculação para qualquer fim".
Em novembro, a cesta básica de Curitiba (PR), com custo unitário de R$ 129,87, foi a mais cara do país. O segundo maior custo dos gêneros de primeira necessidade foi registrado em São Paulo (R$ 127,28). O terceiro lugar no ranking dos maiores preços da cesta básica é de Porto Alegre (RS), com R$ 127,19.
No lado contrário, os menores custos para os gêneros essenciais foram apurados em Salvador (R$ 92,13) e Natal (R$ 94,12).
Salário mínimo deveria valer R$ 1.091,04, diz Dieese
da Folha OnlineO salário mínimo nacional deveria ser de R$ 1.091,04, segundo o Dieese. O valor _correspondente a 6,1 vezes o mínimo vigente de R$ 180 foi estipulado com base no custo da cesta básica mais cara do país. O Dieese também leva em consideração no cálculo o preceito constitucional que determina que o salário mínimo deveria ser suficiente para a manutenção de uma família de quatro pessoas.
O parágrafo 4º do artigo 7º da Constituição diz que é direito do trabalhador o salário mínimo nacionalmente unificado, "capaz de atender a suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social, com reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo, sendo vedada sua vinculação para qualquer fim".
Em novembro, a cesta básica de Curitiba (PR), com custo unitário de R$ 129,87, foi a mais cara do país. O segundo maior custo dos gêneros de primeira necessidade foi registrado em São Paulo (R$ 127,28). O terceiro lugar no ranking dos maiores preços da cesta básica é de Porto Alegre (RS), com R$ 127,19.
No lado contrário, os menores custos para os gêneros essenciais foram apurados em Salvador (R$ 92,13) e Natal (R$ 94,12).

