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Salão de Frankfurt de 1995, seis meses antes da inauguração
do segmento de minivans compactas pela Renault Scénic,
sua arqui-rival -- o grupo PSA, Peugeot/Citroën --
apresentava um estudo de minivan derivada do Xantia. A
Citroën Xanae acabaria inspirando, em grande parte, a
Xsara Picasso que em breve será fabricada no Brasil. Plataforma e mecânica utilizadas foram da versão Activa, incluindo suspensão com controle de rolagem SC.CAR (saiba como funciona). Uma peculiaridade da carroceria, com ampla área envidraçada, era a ausência de coluna central, permitindo |
fabuloso
acesso -- não exatamente uma inovação, pois já era
assim no Fiat/Simca 1100 do começo da década de 50... O
banco do passageiro da frente podia ser girado em 180
graus. Uma extensão do pára-brisa no teto permitia ampla luminosidade interna na Xanae. Todos os controles, incluindo o câmbio automático, concentravam-se num "satélite" à altura do painel, à direita. Um mostrador de cristal líquido na base do pára-brisa indicava a velocidade e, antes de seu emprego em carros de série, os faróis já utilizavam lâmpadas de xenônio e alimentação por fibra ótica. |
O carro era drasticamente -- 25 cm -- mais baixo que o Hudson de série da época e alcançava 160 km/h, apesar do câmbio manual de três marchas. Mas em maio de 1954 a Hudson anunciou uma fusão com a Nash, e o Italia desapareceu dos salões. Chegaram a ser produzidos 26 automóveis. |
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